terça-feira, 8 de junho de 2010

Ainda a Primeira Aula...

Não é de fato a primeira aula do grupo, apenas a primeira aula documentada após a decisão de publicar um blog acompanhando as atividades da turma. É só um resumo parcial pois falta a participação de todos os envolvidos já que estou aqui sozinha, enchendo esta linguiça com carnes que não são só minhas... Mas vamos lá que depois é depois e acaba acontecendo, né?
Estavam presentes à aula de 24.05.2010 os seres: André, Lucas, Leandro, Ana Rita, Gildete, Márcia, Pio, Ednei, Bruna, Wesley, Icléa e as iniciantes do dia, Zélia e Raquel, chegando pela primeira vez a bordo, além da orientadora oficial, Verônica Melo. já vou me perdoando se esqueci alguém mas ao mesmo tempo deixando claro que tudo será alterado pela participação de todos, construindo a memória coletiva, repertório, que é o que importa por aqui.
Desta turma citada, que não é completa pois tem gente que faltou, os horários de chegada variam sempre um pouco. Digo isso porque pode ser que quem chegou mais tarde não tenha a impressão das atividades realizadas logo no começo do encontro.
Iniciamos relaxando em círculo e Verônica induziu a apresentação dos protocolos da aula passada utilizando jogos de escuta que ampliassem a leitura dos textos que documentam indivualmente as atividades de cada encontro.
Gildete narrou uma fábula onde outros colegas representavam o enredo que defendia a moral de que a experiência com o texto pode construir (ir)realidades para a platéia; Ana Rita pediu a Pio que interpretasse um texto que tinha uma frase do próprio como bordão motivador; André leu uma cena escrita por Fernando Pessoa que todos ouviram e imaginaram de olhos bem fechados.
Depois passamos aos jogos de ocupação de espaço, jogando com a presença corporal para equilibrar e desequilibrar todos os lados da sala, usando variáveis individuais e coletivas a partir de fuguras como estátuas e ursos.
Seguiram-se exercícios de alongamento muscular e aquecimento vocal para nos preparar para o jogo da chave, exercitado em várias partidas individuais e coletivas, com variáveis a cada partida para focar o olhar na construção de um coletivo.
Intervalo rápido antes de jogar o "Transforme" em roda, inicialmente voluntário, depois ordenado em sequencia, mantendo a postura física para apresentar outro enredo a cada transformação.
Verônica nos apresentou a possibilidade de colaborar com o Sarau da Biblioteca, no próximo dia 28. Márcia e Raquel vão ler uma cena escrita por José de Alencar, homenageado do sarau, na comédia "O Demônio Familiar". A apresentação será documentada para o blog.
Fica proposto ainda que preparemos cenas ou esquetes para os próximos Saraus, ocupando um espaço na programação cultural da Biblioteca que nos cede o local para trabalhar.
Finalizamos com uma roda de forças afirmativas do trabalho realizado: HO!

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